Economia – Presidente desautoriza equipe Econômica a falar sobre CPMF.

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Novo Presidente Jair Bolsonaro desautoriza equipe Econômica a falar sobre CPMF e INSS.

Parece que a prioridade do Novo Presidente eleito Jair Bolsonaro também está de encontro com a base política atual, segundo a Matéria publicada hoje no site oglobo.com/economia , que o CPMF e Previdência Social também está na alca de mira do Novo Presidente Eleito.

Equipe econômica está proibida de falar sobre CPMF E Previdência social 

Mesmo sabendo que não Irá da continuidade a Reforma da Previdência Social esse ano o Ainda Presidente Temer já está deixando tudo encaminhado para que o novo Presidente consiga dar andamento a Reforma da Previdência Social.

Em matéria que você irá conferir abaixo diretamente do Site Globo.com  Jair Bolsonaro em sua rede social facebook o Presidente eleito desautoriza qualquer membro de sua equipe econômica a falar sobre CPMF E PREVIDÊNCIA SOCIAL Confira a Matéria na Integra.

Presidente eleito postou comentário no Facebook após reportagem do GLOBO mostrar planos para recriar tributo; informação já havia gerado crise durante a campanha.

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RIO — O presidente eleito Jair Bolsonaro desautorizou “quaisquer informações prestadas junto à imprensa por qualquer grupo intitulado ‘equipe de Bolsonaro’ especulando sobre os mais variados assuntos, tais como CPMF, previdência, etc”. O comentário em seu perfil no Facebook foi feito após reportagem do GLOBO nesta sexta-feira mostrar que a equipe econômica do presidente eleito quer usar um imposto sobre movimentação financeira para custear a Previdência .

Durante a campanha, a menção à volta da contribuição já havia gerado uma crise entre o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e o então candidato Bolsonaro.

O economista Marcos Cintra, responsável pela área tributária na equipe de Paulo Guedes, confirmou ao GLOBO que o modelo do novo tributo seria semelhante ao da extinta CPMF e substituiria, num primeiro momento, a contribuição previdenciária patronal.

O tributo incidiria sobre todas as operações, como saques e transações bancárias, com uma alíquota de 0,4% a 0,45% em cada operação. A estimativa é que seria possível arrecadar ao menos R$ 275 bilhões por ano.

A ideia de tributar movimentações financeiras foi revelada pelo jornal “Folha de S. Paulo” ainda no primeiro turno das eleições e causou uma crise na campanha de Bolsonaro , devido à impopularidade da CPMF, o chamado “imposto sobre o cheque” . Na ocasião, o então candidato negou a criação de impostos.

Depois desse episódio, Paulo Guedes cancelou encontros durante a campanha e não falou mais sobre o assunto. Desde então, é a primeira vez desde as eleições que um integrante da equipe de Bolsonaro confirma que a ideia está na mesa e detalha suas condições.

Fonte : https://oglobo.globo.com/economia/

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