Eliminado Atlético MG Pode perder treinador após derrota de 4 a1 na Libertadores para o Cerro Portenõ Confira.

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Após ser humilhado pelo Cerro por tenho e Eliminado na Libertadores 2019 o Atlético MG Pode perder treinador após derrota de 4 a1 para o Cerro Portenõ Confira.

Após outro fracasso na Libertadores o Galo Mineiro tem reunião hoje para definir a saída ou não do Treinador Levi Culpi após a goleada na libertadores na noite da última quarta feira.

Segundo foi apurado o Treinador vem sendo questionado pelo fraco desempenho no campeonato e mesmo ido a final do Mineiro não está tão forte no cargo e vem balançando no clube.

Os diretores tem reunião marcada é pode ter uma definição hoje ainda sobre a permanência ou não do treinador.

VITOR QUESTIONADO:

Outro questionado nas redes sociais é o Goleiro Vitor , pelas redes sociais grande parte da torcida reclama que o treinador não sabe sair do GOL pelo Alto .

COMO FOI A PARTIDA:

Com quatro gols em 13 minutos, time paraguaio consegue virada no primeiro tempo e garante classificação para as oitavas de final da Libertadores; Galo precisa de um milagre para avançar
Um time organizado e classificado. Outro desorganizado e quase eliminado. A vitória do Cerro Porteño por 4 a 1 sobre o Atlético-MG deixou claro as faces dos dois clubes que entraram em campo no Estádio La Olla Azulgrana, em Assunção, no Paraguai. Ricardo Oliveira colocou o Galo em vantagem, mas o Cerro marcou quatro gols ainda no primeiro tempo. Em 13 minutos, Acosta, Carrizo, Cáceres e Larrivey viraram para os donos da casa e classificaram o Cerro às oitavas de final com duas rodadas de antecedência no Grupo E.

Show de horror no primeiro tempo

Depois de um bom início do Galo, com a marcação encaixada e o primeiro gol marcado por Ricardo Oliveira, o Atlético-MG não atacou mais. Apático, o Galo viu o Cerro crescer e foi massacrado. Foram quatro gols em 13 minutos com Acosta, Carrizo, Victor Cáceres e Larrivey, fazendo 4 a 1 antes do intervalo.

Controle no segundo tempoCom boa vantagem, o Cerro quase marcou o quinto gol antes do primeiro minuto, quando Larrivey acertou o travesão. O Galo pouco fez para buscar a reação. Levir não mexeu no time no intervalo e foi alterando as peças aos poucos, mas sem sucesso. A melhor chance do time só veio depois dos 40 minutos, com Maicon Bolt, mas o estrago já estava feito.
Falhas individuaisO resultado ruim, aliado à péssima atuação, veio com diversas falhas individuais. No primeiro gol sofrido, um vacilo na marcação gerou a falta e o gol de Acosta. No segundo do Cerro, o erro foi de Victor, que estava mal posicionado e ainda escorregou na hora do salto. No terceiro, de Cáceres, falha fatal de Fábio Santos na saída de bola e de Igor Rabello na marcação. O pior veio no quarto gol paraguaio, marcado por Larrivey, que saiu de um chutão. O atacante do time paraguaio viu Victor e Rabello trombarem sem encostar na bola, que sobrou limpa para o camisa 9 do Cerro.
AtuaçõesAtlético-MG todo vai mal. Victor, Fábio Santos e Igor Rabello são destaques negativos
Situação da chave

O Atlético-MG vive um drama para se classificar no Grupo E da Copa Libertadores. O time alvinegro tem apenas três pontos conquistados em quatro jogos. O Cerro, líder da chave, tem 12 pontos, enquanto o Nacional-URU, segundo colocado, tem nove pontos. Se quiser se classificar, o time alvinegro precisará vencer os dois jogos restantes e torcer para o Nacional-URU não pontuar na última rodada, além de tirar a diferença no saldo de gols. O Zamora, lanterna do Grupo E, ainda não pontuou.

Calendário

A próxima rodada do Grupo E da Libertadores começa no dia 23 de abril, com o jogo decisivo entre Atlético-MG x Nacional-URU, às 21h30, no Mineirão. Dois dias depois, na quinta-feira, o Zamora recebe o Cerro Porteño, às 19h. No próximo domingo, às 16h, o Atlético-MG começa a decidir o título do Campeonato Mineiro, enfrentando o Cruzeiro, no Mineirão.

Tudo referente à família, o que ele passou e correu atrás para conquistar. As pessoas que o conheciam só viam o trapalhão, mas com esta trama elas têm a chance de saber de onde ele veio realmente, o quanto teve de trabalhar e ralar. Fiquei bem surpreso porque imaginei uma outra coisa, é um roteiro super fiel. E tocante também, mesclando momentos alegres e tristes. Muita gente saiu chorando do cinema, emocionada.

Quem foi este Mussum que pouca gente conhecia?

Um cara que, em casa, sempre arrumava um apelido para cada um (Mussum teve cinco filhos) e acordava todo mundo domingo ao som de Emílio Santiago, que ele amava, batendo panela. Ele curtia cozinhar e fazer feijão e churrasco; neste momento dele no fogão, todo mundo tinha que assistir.

O que mais ele costumava aprontar na cozinha?

Ele gostava de um restaurante em Paquetá onde expulsava as cozinheiras e fritava os peixes. Elas ficavam numa roda conversando com ele e todo mundo tomava cerveja e comia o peixe frito, até a turma que vinha de barco. Era um descanso para as cozinheiras. Ele dizia que era a forma de beber de graça.
E quem era Antônio Carlos em casa?

Um cara extremamente sério na hora de cobrar, por exemplo, quando alguém tirava nota baixa. Ele era muito rígido em relação à nossa educação, em todos os sentidos. Queria que aprendêssemos a entrar e a sair de todo e qualquer lugar, numa boa. A oportunidade que ele não teve na infância. Tudo isto de uma forma muito gentil.

E na música?

As pessoas conhecem, com o documentário, o Mussum do samba e da comédia. Os Originais do Samba era o show mais caro da época, e a gente está falando de uma época em que havia Elis Regina e outros tantos.

Há algo que os fãs ainda não sabem?

O Mussum trouxe o banjo da Rússia para o Brasil e deu na mão do Almir Guineto, ‘aprende a tocar isso aí, que vai fazer um barulho legal’. Pouca gente sabe, mas agora quem for ao cinema vai saber.

Qual melhor trecho do filme?

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O dos “Saltimbancos Trapalhões”, quando toca aquela música (“História de uma gata”). Este é um dos melhores filmes deles. Também teve o momento em que, na vida real, eles brigaram. Todo mundo achou que tudo acabaria ali.

Vocês costumavam viajar juntos?

Uma coisa que ninguém sabe era que ele era um grande frequentador de Angra dos Reis. Tirando férias, passava Ano Novo, janeiro inteiro, voltava para desfilar na Mangueira e seguia para Angra.

E como você aparece no filme?

Bem pequeno, com 5 anos, ao lado dele fazendo churrasco, recebendo o pessoal da TV Globo. Naquele dia, ele ficou implicando comigo porque eu não parava de olhar para a câmera. Morávamos num condomínio na Freguesia, onde os outros trapalhões, com exceção do Renato (Aragão), moravam também. Este convívio era frequente na frente e por trás das câmeras.

De que forma a produção abordou você e seus irmãos para rodar o documentário?

De um jeito muito legal, em forma de bate papo, a gente tinha que contar a experiência de ter o Antônio Carlos em casa. Simplesmente isso.Mussum é pop: estampa camisas de grife, memes na internet e, não por acaso, rótulo de cerveja (Sandro fundou a cervejaria Brassaria Ampolis em 2013, em homenagem ao pai). Por que ainda está vivo 25 anos depois?

Por causa da sua naturalidade em vida. Toda vez que alguém fala Mussum, quem ouve abre um sorriso. Ele tinha verdade junto com simplicidade na hora de se expressar.

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