(INSS 2019) COMO FICARÁ AS PENSÕES POR MORTE COM A REFORMA DA PREVIDÊNCIA .

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Olá amigos é muito bom saber que estamos fazendo uma bom trabalho e que ele vem pra ajudar vocês .

(INSS 2019) COMO FICARÁ AS PENSÕES POR MORTE COM A REFORMA DA PREVIDÊNCIA .
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Gostaríamos de dizer que estamos abertos a críticas , comentários , sugestões pois ninguém é melhor que ninguém e nem sabem mais que os outros.


Estamos aqui para trocar informações e ajudar esclarecendo da melhor maneira as dúvidas, que nossos amigos estão tendo de entender as reformas, revisões e auditorias que o Governo Federal vem fazendo.


Pois muitas fraudes sim existem , tanto no Bolsa Família , Auxílios Doenças e por ai vai.


Se for para deixar apenas quem precisa nós apoiamos .

Pensão por morte


O que é: Benefício pago aos dependentes em caso de morte do segurado aposentado ou trabalhador que exercia sua atividade no perímetro urbano.

Têm direito o cônjuge, companheiro, filhos e enteados menores de 21 anos ou inválidos, desde que não tenham se emancipado; pais; irmãos não emancipados, menores de 21 anos ou inválidos.

Se o segurado contribuiu menos de 18 meses ou se o casamento ou união estável ocorrer menos de 2 anos antes do falecimento, os dependentes recebem o benefício durante 4 meses.

Se a morte ocorreu depois de 18 contribuições mensais pelo segurado e pelo menos dois anos após o início do casamento ou da união estável ou se decorrer de acidente de qualquer natureza, independentemente da quantidade de contribuições e tempo de casamento ou união estável, a duração do benefício varia de 3 anos para dependentes com menos de 21 anos até vitalícia para dependentes com idade a partir de 44 anos.
Os cônjuges devem comprovar casamento ou união estável na data em que o segurado morreu.

https://www.youtube.com/watch?v=p3O4aZDIOVg

Para filhos ou irmãos, o benefício é pago até os 21 anos de idade, salvo se for inválido ou com deficiência ou se for emancipado. Os pais com dependência econômica também têm direito ao benefício.

O cálculo do valor é feito somando os 80% maiores salários de contribuição após julho de 1994 (início do plano Real). Caso o segurado que faleceu tenha se filiado ao INSS após 1999 são somados os 80% maiores salários de contribuição a partir de seu primeiro recolhimento.

Desta somatória dos 80% maiores salários de contribuição, divide-se pelo número de meses e chega-se ao valor do benefício. Se o aposentado deixar pensão, será o valor da sua aposentadoria o recebido pelos seus dependentes.

O que muda: Atualmente, a Justiça reconhece relações de união estável ou de dependência econômica com base em prova testemunhal e concede o benefício. A medida provisória exige comprovação documental. Para o recebimento desde a data da morte do segurado, filhos menores de 16 anos precisarão requerer o benefício em até 180 dias após o falecimento. Pela regra atual, esse prazo não existe para fins de retroatividade.

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