(INSS 2019) PENTE FINO GERAL – BOLSA FAMILIA, AUXÍLIO DOENÇA SAIBA QUANDO COMEÇOU E PORQUE.

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O Novo Pente Fino Começou e apenas quem tem a partir de 55 anos ou 15 anos de Aposentadoria Invalidez estão livres de fazer as pericias .


Mas precisarão ficar atentos das provas de vidas do INSS. Caso não atualize os dados e não façam o benefício será bloqueado por um mês não resolvendo será cancelado automaticamente.


Segundo Grupo na lista do Pente Fino Geral será o pessoal do Loas /BPC.
Teremos visitas nas casas dos Benefíciarios para verificar as reais condições , da pessoa inscrita no Loas , e será feita uma entrevista , formal com a assistente social que irá informar quem mora com o beneficiário.
se realmente ele não tem condições de se sustentar.


Outro Programa que está sendo monitorado 24 Horas é o Bolsa Família .
Já começaram as visistas residenciais , junto a elas ,cortes no Bolsa Familia sem medo de ser feliz.

(INSS 2019) PENTE FINO GERAL - BOLSA FAMILIA, AUXÍLIO DOENÇA SAIBA QUANDO COMEÇOU E PORQUE.
(INSS 2019) PENTE FINO GERAL – BOLSA FAMILIA, AUXÍLIO DOENÇA SAIBA QUANDO COMEÇOU E PORQUE.


Informou os dados , não bateu, não tem filho na escola, a somatória for superior a calculada pelo governo , o benefício será cortado imediatamente.


Auxílio doença e Aposentadoria por invalidez é a menina dos olhos do INSS.


Beneficiários que não se apresentarem para as perícias de revisão terão seu benefícios bloqueados em um prazo máximo de 60 dias .


Não fazendo a perícia será bloqueado automaticamente.


Se recusar a reabilitação será cancelado automaticamente o benefício.
Laudo médicos que serão aceitos na perícia deverão ter o prazo máximo de 180 dias ou seja 6 meses.
Cancelamento do benefício em 2019 do Bolsa Família tem regras principais Confira agora .

Cancelamento do benefício em 2019 do Bolsa Família tem regras principais. Normas geram o cancelamento da Aposentadoria por invalidez no INSS, Bolsa Família e Auxílio-doença em 2019.

https://www.youtube.com/watch?v=34ULqu-SPmo&t=3s

O corte segue o trabalho de revisão de benefícios sociais feito pelo Comitê de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas Federais (CMAP), criado em abril de 2016 com a Portaria Interministerial nº 102, e formado por técnicos e dirigentes da CGU e dos ministérios do Planejamento, da Fazenda e da Casa Civil.

Conforme o Secretário Federal de Controle Interno da CGU, Antônio Carlos Bezerra Leonel, ainda não é conhecido o número de pessoas que perderão os benefícios por causa de fraude. A CGU não divulgou quais irregularidades estão em apuração.

Nesta terça-feira (24), o governo anunciou a suspensão de 341.746 auxílios-doença e 108.512 aposentadorias por invalidez, que totalizam R$ 9,6 bilhões no pagamento de auxílios-doença acumulado entre o segundo semestre de 2016 e 30 de junho de 2018.

Até o fim do ano, serão revisados 552.998 auxílios-doença e 1.004.886 aposentadorias por invalidez.

Bolsa Família
Além de benefícios previdenciários, o CMAP revisou os benefícios pagos pelo programa Bolsa Família. Em dois anos, 5,2 milhões de famílias foram excluídas, e outras 4,8 milhões entraram no programa.

“No caso do PBF [Bolsa Família] não há propriamente uma economia de recursos, mas a focalização do programa”, assinala o ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame.

Segundo ele, a exclusão de pessoas recebendo benefícios de forma irregular permitiu manter zerada a fila de espera de novos cadastrados no programa.
Os anúncios de corte de benefícios sociais e previdenciários são recebidos com cautela pela sociedade civil.

Lylia Rojas, do Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), argumenta que falta à medida “transparência necessária” e que há casos de pessoas que tem o benefício indevidamente cortado e depois recuperam o direito na Justiça, gerando mais gastos ao erário.

Para o diretor-executivo da Transparência Brasil (ONG), Manoel Galdino, as fraudes ocorrem porque “o governo é desorganizado” e não mantêm a base dos cadastros eletrônicos interligados – o que dificulta cruzamentos, e não divulga informações sobre envolvidos e a abertura de processos.

Para Gil Castelo Branco, do site Contas Abertas, “é preciso que seja feito regularmente um trabalho de inteligência para evitar que as fraudes cheguem às atuais proporções”. De acordo com ele, “onde há benefício há alguém tentando se favorecer ilegalmente”.

Saiba recorrer se você perdeu aposentadoria de invalidez ou auxílio-doença do INSS. Desde o segundo semestre de 2016, o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) está passando um pente-fino nos benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez, pagos aos brasileiros que estão incapazes de trabalhar.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), até agosto deste ano já haviam sido realizadas mais de 934 mil perícias de revisão, que resultaram em cerca de 563 mil cancelamentos de benefícios.

“Eles alegam que inexiste a incapacidade laboral e determinam o retorno às atividades”, afirmou Thiago Pawlick Martins, do escritório Coelho, Martins e Pawlick Advocacia Previdenciária. Até o fim do ano, terão sido mais de 1,5 milhão de revisões.

Apesar dos inúmeros casos de fraudes descobertos, há também os brasileiros que consideram o corte injusto e pretendem recorrer para receber novamente o benefício.

“A gente paga por aqueles que fingem que estão doentes. Vão de cadeira de roda e saem andando”, disse a aposentada Márcia Santa Barbosa, que recebeu auxílio-doença por 12 anos devido a uma tendinite crônica, mas perdeu o benefício no último pente-fino.

Se você perdeu seu auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez e não concorda com a decisão do INSS, saiba como recorrer.

1) Foi convocado? Veja o que fazer
O INSS está convocando por carta ou edital beneficiários do auxílio-doença que estão há seis meses ou mais sem passar pela perícia e aposentados por invalidez que não são revisados há mais de dois anos –com exceção dos que já têm 60 anos ou mais de idade.

Ao ser convocado, o segurado deve agendar uma perícia de revisão pela Central de Atendimento do INSS, no telefone 135.

No dia marcado, é preciso levar um documento com foto e número do CPF, além de todos os laudos médicos, atestados, exames, receitas e demais comprovantes de que ainda há incapacidade de retornar ao trabalho.

Na perícia, o médico irá decidir se o benefício deve ser prorrogado, cessado ou transformado em uma aposentadoria por invalidez (em casos de auxílio-doença). O segurado pode ser também encaminhado ao procedimento de reabilitação profissional.

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