São Paulo perde Mais uma agora por 1 x 0 para o Palmeiras Gol de Carlos Eduardo.

Confira aqui tudo sobre mais uma Derrota do São Paulo dessa vez para o Palmeiras por 1 x 0 gol de Carlos Eduardo . Aumentando ainda mais a crise no Tricolor Paulista.



São Paulo Perde mais uma agora para o Palmeiras por 1 a 0 gol de Carlos Eduardo.

Com golaço de Carlos Eduardo, Palmeiras vence o São Paulo e se classifica
Atacante entra no segundo tempo e acerta um lindo chute para dar a vitória ao Verdão no Choque-Rei.


Que golaço!


O Choque-Rei deste sábado serviu de redenção para Carlos Eduardo.

Criticado pela torcida por conta de atuações ruins desde que chegou ao Palmeiras, no início do ano, o atacante fez um golaço e garantiu a vitória do Palmeiras por 1 a 0 no clássico contra o São Paulo, no Pacaembu, pelo Paulistão.

O resultado classificou o Verdão para as quartas de final do torneio e deixou o Tricolor em situação complicada na briga por uma vaga.

Os são-paulinos ainda ouviram mais vaias e protestos da torcida nas arquibancadas


São Paulo: última rodada decisiva


O São Paulo continua com 14 pontos, em segundo lugar no Grupo D, e passa a torcer para que o Oeste, terceiro com 12, não vença o Corinthians, neste domingo, em Itaquera. O Ituano lidera com 17. Na última rodada, o Tricolor enfrenta o São Caetano, quarta-feira, às 21h30, no Anacleto Campanella.

Palmeiras está garantido
A vitória no Pacaembu coloca o Palmeiras no mata-mata, mas ainda não assegura o primeiro lugar do Grupo B. O Verdão tem 22 pontos contra 19 do Novorizontino. Na última rodada, a equipe de Felipão recebe a Ponte Preta, quarta, às 21h30, na arena.

Primeiro tempo


São Paulo e Palmeiras fizeram um primeiro tempo de poucas emoções. Hernanes foi o único que assustou, aos 19 minutos, em cobrança de falta que Weverton espalmou.

O goleiro ainda fez uma defesa espetacular em cabeceio de Carneiro, em lance que estava parado por desvio de mão de Pablo. O Palmeiras ficou mais tempo com a bola, mas pouco fez no ataque.

Goulart, Dudu, Scarpa e Borja praticamente não apareceram. O São Paulo se posicionou atrás, tirou a velocidade do Verdão pelos lados e obrigou os zagueiros a saírem jogando.

Aos 40, os palmeirenses reclamaram de um pênalti de Reinaldo em Goulart, ignorado pelo árbitro Thiago Duarte Peixoto. Com a bola, o Tricolor também teve dificuldade.

Hernanes e Antony tiveram bom desempenho, mas não conseguiram criar nenhuma grande oportunidade para Pablo e Carneiro.
Segundo tempo


O Palmeiras voltou mais ligado na etapa final com a entrada de Carlos Eduardo no lugar de Borja. Logo no primeiro minuto, Dudu quase marcou em chute cruzado que passou raspando a trave. Goulart, aos 18, também teve ótima chance ao receber de Scarpa e chutar travado por Arboleda na área. Aos 25, o São Paulo perdeu Hernanes, com dores na coxa esquerda.

Logo em seguida, o Verdão teve outra boa chance, com Carlos Eduardo, em cabeceio que cruzou toda a pequena área sem ninguém desviar. A queda de rendimento do Tricolor permitiu que o Palmeiras crescesse ainda mais e chegasse ao gol, aos 34. E que golaço!

Carlos Eduardo tabelo com Dudu e soltou uma bomba de fora da área. A bola bateu no travessão e entrou.

O São Paulo não demonstrou nenhuma força para reagir. O time se limitou a levantar bolas na área e facilitou a vida do Palmeiras.


São Paulo perdeu todos os clássicos em 2019


Não bastasse a eliminação na Libertadores e a situação complicada no Paulistão, o São Paulo perdeu os três clássicos que fez em 2019. Antes de ser batido pelo Palmeiras, o Tricolor havia sido derrotado por Santos (2 a 0) e Corinthians (2 a 1).

O retorno
Depois de dois anos, o árbitro Thiago Duarte Peixoto voltou a apitar um clássico. Em 2017, ele ficou marcado por confundir os volantes Gabriel e Maycon, do Corinthians, na aplicação de um cartão vermelho – expulsou Gabriel, mas era Maycon quem havia cometido uma falta sobre um jogador do Palmeiras.

Desta vez, o juiz teve uma atuação bem mais discreta. Apesar de muitas reclamações de palmeirenses e são-paulinos, Thiago não se envolveu em nenhuma polêmica.

O Verdão chegou a pedir pênalti de Reinaldo em Ricardo Goulart no primeiro tempo. O comentarista de arbitragem do Grupo Globo, Leonardo Gaciba, cravou que não houve penalidade.


Com cinco problemas do clássico que mostram um São Paulo ainda distante dos rivais.


Tricolor termina primeira fase do Paulistão com derrotas para Santos, Corinthians e agora Palmeiras; faltam confiança, elenco, ambição…


A terceira derrota do São Paulo em três clássicos disputados no atual Campeonato Paulista, por si só, já mostraria que a equipe está um passo atrás de seus principais rivais em 2019. Mas o revés por 1 a 0 diante do Palmeiras, neste sábado, no Pacaembu, é emblemático.

O São Paulo começou o jogo com intensidade, fez um bom primeiro tempo, segurou o rival, mas chegou ao seu limite. E aí, diante de um time melhor, mais técnico e com mais opções no banco de reservas, perdeu. Chegou ao limite também contra Santos e Corinthians. E perdeu.

O São Paulo de hoje corre risco (e não é pequeno) de não se classificar à segunda fase do Campeonato Paulista – vai precisar vencer o São Caetano na última rodada, fora de casa (isso se o Oeste não vencer o Corinthians, neste domingo, o que faria o Tricolor depender de outros resultados na quarta-feira).


Mesmo assim, ainda que se classifique, o São Paulo está longe de trazer perspectivas de melhora à sua torcida. Cinco problemas ficaram evidentes no clássico:

Confiança


O São Paulo tem ido mal em clássicos, não é de hoje. E isso claramente afeta o ânimo da equipe – que, quando levou o gol de Carlos Eduardo, desmoronou e deixou seu torcedor com a certeza da derrota.


Falta de ambição (dentro e fora de campo)
O momento não ajuda, é verdade, mas o São Paulo entrou em campo para não perder – e buscar contra-ataques. Fora de campo, o clube praticamente já descartou a possibilidade de contratar Alexandre Pato. Enquanto isso, nomes como Gonzalo Carneiro desagradam à torcida.

Falta do Morumbi


Foram apenas dois jogos no estádio no ano (alguns por motivos alheios à vontade do clube, como a tempestade que afetou o local). No Pacaembu, em um clima mais tenso, com protestos à diretoria, o São Paulo teve o apoio de pouco mais de 19 mil torcedores.


Elenco sem alternativas


A diferença entre São Paulo e Palmeiras foi evidente quando os times precisaram de substituições. No alviverde, saiu Moisés, entrou Bruno Henrique. Saiu Borja, entrou Carlos Eduardo, autor do gol. No Tricolor, Hernanes, lesionado, deu lugar ao garoto Brenner. Não fosse ele, as opções ofensivas seriam: Helinho, Everton Felipe e Jonatan Gómez.

Organização sem criatividade


– O Felipão tem um time nas mãos, e temos que tentar quebrar algumas coisas que o São Paulo tem muito bem, um contra-ataque rápido, uma defesa sólida.

A frase acima é do técnico Vagner Mancini e define um São Paulo que soube ler bem o Palmeiras. O plano de jogo era claro: defender bem, morder, roubar a bola e colocá-la nos pés de Hernanes, o responsável por municiar Gonzalo Carneiro, Antony e Pablo.


A posse de bola na primeira etapa chegou a 69% para o Palmeiras, mas sem efetividade. Fechado em duas linhas, mais Hernanes e Pablo adiantados, o São Paulo neutralizou Dudu, Ricardo Goulart e Scarpa e conseguiu escapar principalmente pela direita, com o habilidoso Antony.

Pelo setor, saíram as melhores jogadas: um cruzamento de Antony que encontrou Gonzalo sozinho na área (Pablo tocou com a mão antes e invalidou a jogada), e uma falta sofrida também pelo garoto e cobrada por Hernanes – Weverton fez grande defesa.


Defensivamente, o São Paulo sofreu pouco e só permitiu uma finalização nos primeiros 45 minutos, mostrando solidez maior no setor com relação aos últimos jogos.



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